Relatório Anual 2005
Sumário executivo | Aprendizado e desenvolvimento
Gestão de pessoas
Ao final de 2005, a Aracruz respondia pela manutenção de 10.237 empregos diretos, dos quais 2.249 correspondem a empregados próprios e 7.988 a profissionais vinculados a empresas prestadoras de serviço em caráter permanente.
Promovemos a quarta Pesquisa de Clima Organizacional, com a assessoria da Hay do Brasil. O resultado indicou um índice de favorabilidade de 65% dos empregados em relação às questões avaliadas. A participação dos empregados é voluntária, e este ano atingiu 1.871 participantes, ou 93% do quadro de empregados próprios, o que reflete o interesse do público interno em contribuir para o aprimoramento do clima de trabalho.
Os resultados e a evolução da implementação de planos de ação podem ser acompanhados por todos os empregados na intranet da Companhia, o que confere transparência ao processo.
Investimos R$ 4 milhões em atividades de desenvolvimento profissional, proporcionando em média 45 horas de treinamento por empregado.
Na Unidade Guaíba, o Programa de Sugestões de Melhoria estimula a participação dos empregados na solução de problemas identificados e no aprimoramento de procedimentos rotineiros. Em 2005 foram cadastradas 77 idéias, 19 das quais foram implementadas. A Companhia premiou os participantes e estima em R$ 11 milhões a economia obtida com as otimizações propostas.
Também em Guaíba realizou-se o Programa de Qualificação Profissional. O projeto visa treinar a mão-de-obra local para assegurar a disponibilidade de trabalhadores aptos a exercerem atividades na Aracruz e em outros postos ofertados pelo mercado. Foram investidos R$ 794 mil no programa, que qualificou 602 trabalhadores.
O programa Voluntariado Aracruz, iniciado em 2003, contou com 526 participantes, nas Unidades Barra do Riacho e Guaíba, que realizaram 100 ações, beneficiando mais de 19 mil pessoas, no Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo.
O Programa de Desenvolvimento de Gestores (PDGA) foi estendido à Unidade Guaíba, e alcançou 63 alunos em 2005. O PDGA é um programa destinado ao público de nível executivo, e tem como objetivo alinhar os gestores à estratégia da Companhia. O programa resultou na elaboração de 10 projetos aplicativos que prevêem a implementação de melhorias em várias áreas da Empresa. Realizado em parceria com a Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte (MG), o PDGA também já foi realizado na Unidade Barra do Riacho, contemplando 196 gestores.
O Voluntariado Aracruz realizou 100 ações ao longo do ano, beneficiando mais de 19 mil pessoas. No Arcel Educar, 49 alunos concluíram o Ensino Fundamental ou Ensino Médio.
A Aracruz mantém ainda o Arcel Educar, realizado em parceria com a Fundação Brasileira de Educação (Fubrae), do Rio de Janeiro, cujo objetivo é elevar o nível de escolaridade dos empregados. Em 2005, participaram do programa 203 alunos, dos quais 49 foram diplomados pela conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio, 10 a mais que em 2004.
Teve seguimento o programa de capacitação de profissionais para a área de operação de equipamentos florestais, realizado em parceria com o Senai/ES. O curso de Operador Mantenedor de Máquinas Florestais teve 108 participantes, dos quais 94 foram contratados. Em ambas as fases do curso (treinamento e estágio) os participantes recebem bolsa de estudo. O investimento realizado no ano pela Companhia no programa foi de R$ 1 milhão.
A Aracruz constou, pelo segundo ano consecutivo, da relação das Melhores Empresas para Você Trabalhar, fruto de um levantamento publicado no Guia Exame Você S/A, da Editora Abril, a partir de pesquisa entre os empregados. Esta classificação reflete o resultado do programa de Gestão de Clima Organizacional, que elabora e implementa planos de ação definidos a partir das oportunidades de melhoria identificadas em pesquisas de satisfação interna.
Teve continuidade o Programa de Educação Ambiental Interno, cujo objetivo é conscientizar os empregados da Aracruz de que o uso racional dos recursos naturais e a minimização de impactos ambientais fazem parte de todas as suas atividades sociais, e não apenas no ambiente de trabalho.
Em meados do ano, ocorreu a mudança para São Paulo dos escritórios da Companhia no Rio de Janeiro, que visou, entre outros aspectos, facilitar o trânsito dos executivos entre as unidades operacionais, agora localizadas em três estados brasileiros.


