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Relatório Anual 2005

Sumário executivo | Aprendizado e desenvolvimento

Relacionamento com as partes interessadas

Foi desenvolvido um modelo corporativo de relacionamento estruturado com partes interessadas, que busca conhecer melhor as expectativas externas de grupos de interesse visando à avaliação da sua incorporação nas decisões da Empresa. Esse modelo é fundamentado no princípio da legitimidade do envolvimento das partes interessadas e na busca do diálogo para redução de vulnerabilidades. A implantação do modelo ocorrerá em 2006.

A Companhia participa de reuniões agendadas periodicamente – em conjunto com outras empresas do setor de celulose e papel brasileiro ou individualmente – e busca um diálogo permanente em torno da discussão de temas relevantes. A Aracruz avançou no relacionamento com ONGs ao longo do ano, pelo estreitamento e estabelecimento de canais de comunicação ("Fóruns com ONGs") nos Estados onde desenvolve operações industriais.

Conflitos

As comunidades indígenas demandaram a ampliação de sua reserva em 11 mil hectares, e a Funai constituiu um grupo para examinar a questão.

Dando continuidade a um processo iniciado em 1998, as comunidades indígenas tupiniquim e guarani demandaram a ampliação de sua reserva em 11 mil hectares, e, com esse objetivo, invadiram as terras da Companhia, em maio, e a fábrica em Barra do Riacho, em outubro. Após a obtenção de liminar de reintegração de posse, a fábrica foi desocupada sem nenhum transtorno adicional. Um Grupo de Trabalho da Funai foi constituído para examinar a ampliação da reserva.

A Aracruz tomou as medidas legais cabíveis com as instituições responsáveis, e adotou outras ações para esclarecer suas posições. Entre elas, merece destaque um esforço redobrado de comunicação com os empregados e com outros públicos estratégicos da Empresa, no Brasil e no exterior.